I. Introdução
Desde que Isaac Pitman, inventor da estenografia, criou o primeiro curso por correspondência, em 1840, o homem começou a enveredar-se pelos caminhos da educação à distância. Em 1856 William Hatper afirmara que: “Chegará o dia em que o volume da instrução recebida por correspondência será maior do que o transmitido nas aulas de nossas academias e escolas; em que o número dos estudantes por correspondência ultrapassará o dos presenciais; ...”.
O avanço da tecnologia de comunicação veio a alavancar e aperfeiçoar ainda mais o método do ensino à distância. Se observarmos a presença do rádio no início do século passado e a internet no presente século , notaremos a importância da tecnologia para o avanço desta modalidade de ensino.
No Brasil a educação à distância cada vez mais vai ocupando lugar de destaque entre as ferramentas pedagógicas empregadas para a democratização do ensino. A Universidade Metodista sintonizada com o avanço da EAD, principalmente durante a última metade do século XX, criou um departamento para desenvolver e aplicar este sistema de ensino condizente com a tradição reconhecida de qualidade no ensino. Qualidade esta reconhecida inclusive pelos prêmios auferidos como, por exemplo, agora em 2009 ( A melhor Universidade de Comunicação do Brasil).
A disseminação por meio de pólos munidos de sistema informatizado via satélite, facilitou uma maior “aproximação” entre alunos e educadores, tornando mais profícua a aprendizagem.
O Pólo Guaratinguetá onde estudo, faz parte desta história, e em virtude da vivência aqui me sentiu despertado a buscar por meio desta pesquisa compreender um pouco mais os fatores que motivam as pessoas a buscarem este meio de formação acadêmica. É perceptível a princípio que o tipo de público que frequenta este pólo é um público de uma faixa etária mais alta que o sistema presencial em geral e não dispõe de tempo para uma dedicação presencial; contudo há de se comprovar isto através da pesquisa ora proposta. Há de se destacar que cada vez mais um maior número de pessoas busca cursos de menor duração e que possam mais rapidamente ser aplicados à vida cotidiana, em especial ao mercado de trabalho. Nisto inserem-se cursos de tecnólogos, de formação universitária rápida, e que podem ser concluídos em até dois anos. O curso de logística por preencher estas características foi por mim escolhido como objeto desta pesquisa; tomando por base os alunos que começaram o curso em 2007 e o graduaram-se em 2009 buscando conhecer mais as suas motivações, expectativas e possível impacto em suas vidas e carreiras profissionais.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
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